segunda-feira, 9 de janeiro de 2012


O primeiro equívoco do nosso pessoal do movimento sindical (PT e PC do B) nessa campanha começou com a decisão de combater a MP 532 avaliando que se tratava de privatização. Entender que o Conlutas e o PCO tirassem esse posicionamento, pois são oposição, é perfeitamente aceitável. Essa decisão equivocada levou ao isolamento do movimento sindical, pois todos os partidos da base do governo aliada fecharam em torno da proposta. Os aliados do movimento sindical foram o DEM e o PSDB, histórico inimigos dos trabalhadores.
O segundo equívoco, foi os companheiros do PT e do PC do B não perceberem que existia uma boa proposta e se lançaram numa greve que só interessava ao PCO e ao Conlutas. Cometido esse erro, nossos companheiros, para poder disputar a base com essa esquerdalha, teve que radicalizar mais o discurso e com isso foi levando a categoria para um abismo difícil de retornar.
O terceiro equívoco do movimento sindical foi não ter a capacidade de recuar e defender o retorno quando o comando recomendou a assinatura. Quem ousou encontrar uma alternativa, foi taxado de pelego. Esse cara foi o Diviza em SP que tentou uma saída via Ministério Público. Jamais tinha visto um presidente de sindicato propor moção 

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          Dia da consciência negra, dia da consciência do Brasil, pois em um país que foi construído em sua grande parte por negros (46% da população), índios e mestiços, é lamentável, em minha opinião, que ainda tenhamos que falar em consciência negra, e ainda ver tão pouco espaço de destaque na sociedade como um todo, como se a cor da pele fosse uma barreira a mais que temos que superar.
                   Em uma sociedade onde temos exemplos fantásticos de negros que tiveram que superar estas barreiras, como Benedita da Silva, Joaquim Barbosa, Pelé, Milton Nascimento, Milton Gonçalves, Marcio de Souza, entre tantos outros que poderíamos citar. Em varias área negros executam com muitos sucessos excelentes cargos, porque não faz a menor diferença a cor, mas sim o caráter do individuo que torna alguém diferente.
                  Sei da importância deste dia, apoio a comemoração, mas ao mesmo tempo me envergonho, quando temos que ter um dia, não para comemorar, mas para conclamar a consciência da cor da pele. Principalmente em um país, onde a miscigenação é tão presente todos temos um traço negro em nós, independente da cor de nossa pele.
                  Mas assim como sonhei que um trabalhador operário poderia mudar um país, e se realizou, também sonho com o um dia em que o Dia da Consciência Negra será apenas um dia de festa, porque racismo no Brasil é uma atitude de ignorância com as próprias origens, aqui neste país se instalam povos de todos os lugares do mundo, somos tão hospitaleiros com os estrangeiros, e muitas vezes hostis com a nossa população.